Junho 24, 2010
Posted by carolgraco in : Sem categoria , 1 comment so farDólar encerra em alta pelo terceiro dia seguido com piora externa e Petrobras
Notícia publicada às: 23/06/2010 16:59
23 de junho de 2010 – O dólar encerrou a sessão em alta pelo terceiro dia consecutivo, com piora no cenário externo. Nem mesmo o comunicado do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) no meio da tarde, reafirmando a recuperação gradual da economia o que elevou os ganhos nas bolsas em Nova York, impediu as compras no câmbio. No cenário doméstico, o adiamento da oferta de ações da Petrobras de julho para setembro ajudou a esfriar a perspectiva de entrada de novos recursos no País no curto prazo.
No interbancário, a moeda norte-americana fechou o dia valendo R$ 1,790 na compra e R$ 1,792 na venda, uma alta de 0,56%. “A moeda operou instável durante todo o dia com vários indicadores negativos”, afirmou Liberal Leandro Gomes, da Graco Corretora de Câmbio.
Sem surpresas, o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês), do Fed, decidiu mais uma vez manter a taxa de juros entre 0 e 0,25%, como previam os especialistas de mercado.
De acordo com a autoridade monetária nos EUA, o mercado de trabalho está melhorando gradualmente e a recuperação deve ser moderada por algum tempo. Já os gastos domésticos estão aumentando, enquanto o crescimento da renda cresce modestamente e o crédito continua apertado.
Hoje, novamente, o Departamento de Habitação dos EUA voltou a decepcionar os agentes ao informar a queda de 32,7% nas vendas de casas novas para 300 mil unidades, quando o mercado aguardava 410 mil unidades. O movimento interrompe dois meses de forte alta das vendas impulsionado pela proximidade do fim do programa de incentivo tributário do governo para compra de casas, que terminou em 30 de abril.
Por aqui, o Banco Central (BC) comprou dólares no mercado à vista a uma taxa de corte de R$ 1,7912. (Priscila Dadona – www.ultimoinstante.com.br)
Ativos na Contra-Mão. Crise forte a vista? Ou Oportunidade? Junho 1, 2010
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Dólar cai, Bolsa cai e Ouro sobe… Toda essa oscilação é o retrato da instabilidade desta terça-feira.
Movidos por um conflito entre dados negativos na Europa e China e indicadores positivos dos EUA, a bolsa brasileira não se posiciona e vem oscilando nesta tarde em tordo dos seus 1%, na casa dos 62 mil pontos e afirmando mais ainda que, numa semana amparada por feriados e dúvidas, o mercado ainda não sabe pra qual direção vai.
No entanto uma coisa é certa. Toda essa confusão no mercado e discursos como “essa crise é somente a ponta do iceberg” faz os investidores manter a retomada dos investimentos de renda-fixa e ativos como Ouro, visando se proteger até que uma solução mais sólida seja exposta.
Outro fator que poucos falam é em oportunidade. Será mesmo que todo esse cenário não possa se tornar a oportunidade pra quem busca um retorno acima do CDI? Será que realmente uma potência tão forte como a Zona do Euro não terá recursos para dar a volta por cima? Se sua resposta for não e se tiver procurando algo a longo prazo, agora pode ser um bom momento.
Isso porque todas essas suspeitas sobre o aumento dessa crise, trouxe ações a preços atrativos, mesmo que tenham um viez de queda ainda, porém,o fato é: se analisar e encontrar um ativo em renda-variável que esteja bem abaixo do preço, poderá ser uma chance de ouro e um bom momento para uma diversificação.
Assim, em resumo podemos dizer, quem encontrar uma boa combinação entre cautela e oportunidade, poderá num futuro próximo colher os frutos quando menos esperar.
Bons Negócios…
Valor de TED cai para R$ 3 mil e anima bancos e câmbio Maio 21, 2010
Posted by carolgraco in : Sem categoria , 3commentsVisando elevar a liquidez de movimentações financeira, agilizar as transferências e aumentar a abrangência das TEDs, a FEBRABAM, – Federação Brasileira de Bancos -, decidiu em diminuir o limite das TEDs de R$ 5 mil para R$ 3 mil, reduzindo assim o tempo de transferência de recursos para apenas um dia.
De acordo com a Febraban, as TEDs foram lançadas juntamente com o novo Sistema de Pagamentos Brasileiros (SBP). Antes do sistema, os clientes utilizavam cheques ou Documentos de Ordem de Crédito (DOCs) para transferir recursos, o que levava no mínimo um dia útil, por conta da compensação tradicional. No caso dos cheques, havia ainda o risco de devolução por falta de fundos.
Em março, a Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP), responsável no SBP pelo processamento das TEDs, realizou um total de 279 mil transferências por dia. Com a redução do valor mínimo de R$ 5 mil para R$ 3 mil, a expectativa é de que sejam processadas diariamente 335 mil TEDs, segundo o portal Exame.
Conheça mais o Mercado de Câmbio Abril 30, 2010
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O cambio dólar é sem dúvida alguma, o maior referencial para a economia social de qualquer país, pois é seguramente a moeda forte de maior circulação no mundo inteiro. É uma moeda aceita em qualquer economia e em qualquer transação comercial, como se fossem Cédulas de Dinheiro universal. Isto para nós brasileiros que quando viajamos para a Argentina e não temos nossa moeda aceita no comércio, mas o Dólar sim, embora a Argentina seja nossa vizinha e parceira no MERCOSUL, é um transtorno que poderia muito bem não existir, mesmo que não fosse dotado o sistema da Europa com o euro como moeda única, com certeza, uma maior flexibilidade poderia acontecer.
Cambio Oficial
O cambio oficial através de suas taxas de conversão, é o que nos vai indicar valorização ou não do nosso dinheiro extra, em relação à moeda forte, o que se torna de vital importância para o país. Este Sobe e desce na valorização da moeda, para os leigos, se torna complicado entender. Na atualidade, o real valorizado, nos permite comprar mais de nossos vizinhos, cujas moedas estão mais fracas, mas em contrapartida, os exportadores brasileiros perdem muito com a desvalorização do dólar frente ao real, pois estão recebendo uma moeda em queda, por isso, este assunto se torna complicado.

Dólar
Causas decorrentes do cambio e sua flutuação
Não há dúvidas de que numa economia politica globalizada como a nossa, os efeitos de crises setoriais em um país como os EUA, por exemplo, vai refletir-se na economia mundial, fruto de uma internacionalização muito grande dos meios de comunicações em todos os setores, o que com negócios de futuro também interligados, aumentam as possibilidades de crise na economia, verdadeiros Problemas da Modernidade, onde hoje tudo é instantâneo. Esses fatores adversos a economia, acabam contribuindo para a valorização ou desvalorização da moeda de um país, e aquele que estiver mais bem estruturado e com a economia fundamentada em bases sólidas, com certeza vai se sair melhor. Foi assim que nós brasileiros, conseguimos alcançar um momento de euforia com a valorização da moeda e com perspectivas muito boas de continuar nessa linha ascendente de valorização do nosso dinheiro.
Euro
Moeda desvalorizada
Para um país exportador como os Estados Unidos da América, em meio a crise por que passamos, ver a moeda perder valor em relação a outras é uma grande dificuldade a enfrentar, por uma razão muito simples, o momento não é bom para vender produtos aos EUA, pois sua moeda está devassada, o bom é comprar deles neste momento. São Momentos Incríveis por que passa uma nação, as voltas com uma crise que levou milhares de americanos a perder o emprego e suas moradias. Mas o americano é um povo persistente e que não se intimida, por isso, em breve, a exemplo do Brasil, estarão mais equilibrados economicamente falando. O cambio oficial que tem na moeda americana, o seu maior referencial, vai ainda criar muitas crises cambiais a muitos países hoje sorridentes com os rumos da economia.


